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domingo, agosto 27, 2017

Canal de Violão Clássico no Youtube




Como disse na postagem anterior, a minha ausência aqui no blog foi devida ao Curso de Bacharelado em Música que fiz na Universidade do Estado de Minas Gerais. Embora tenha concluído o curso, ainda não posso precisar quando retomarei as atualizações de forma regular devido a outros compromissos. Enquanto isso, irei divulgando aqui minhas atividades musicais. Tenho me dedicado mais ao violão clássico atualmente e criei um canal no Youtube para apresentar esse trabalho. Os leitores que tiverem interesse podem conhecê-lo clicando no link abaixo:

https://www.youtube.com/channel/UC17kqtf17kGS22QcMC2yQ9A

Aos que gostarem do trabalho e quiserem se inscrever no canal eu deixo antecipadamente meus agradecimentos!

Abraço a todos!


sábado, junho 10, 2017

O Último Poema - Recital de Formatura - Robert Moura



Eis o principal motivo da minha ausência e quase abandono desse blog: nos últimos quatro anos venho me dedicando ao curso de Bacharelado em Música da Universidade do Estado de Minas Gerais. No próximo dia 19, farei meu recital de formatura para o qual convido os amigos e leitores do rockngeral. O título desse recital, assim como o anterior, Noturno da Rua da Lapa, foi inspirado em um poema de Manuel Bandeira presente em seu livro Libertinagem.

No repertório estão presentes obras de Heitor Villa-Lobos, Radamés Gnattali, Claudio Santoro, João Pernambuco, Garoto, Agustín Barrios, Stanley Myers, Lennon e McCartney e Jacques Ibert.

Contarei com a participação especial dos amigos, Felipe Anunciação (violão), Stefane Adriene (flauta) e Carolina Claret (canto).




O Último Poema 

Manuel Bandeira

Assim eu quereria o meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação. 

                                                                                          
                                                                                                                               Libertinagem, 1930



O Último Poema – Recital de Formatura - Robert Moura

Local: Conservatório da UFMG. Av. Afonso Pena, 1534, Centro. BH/MG
Data: 19/06  
Horário: 19h30
Entrada Franca
 

domingo, dezembro 06, 2015

Banda Várias Variáveis + Robert Moura em Belo Horizonte




A partir de um convite feito pela Roma Produtora, irei tocar nos próximos dias 19 e 20 de dezembro numa festa de confraternização de fãs da banda Engenheiros do Hawaii. O show será no formato voz e violão. No repertório, apenas canções da fase Gessinger, Licks & Maltz com uma atenção especial às canções do chamado lado B da banda.

Na sequência, haverá apresentações da banda cover de Brasília, Várias Variáveis. A banda é formada por Nando Lima (voz, baixo, teclados e programações), Daniel Reis (guitarra, violão, harmônica e voz) e Jhonata Pikeno (bateria e percussão). Entre outras canções de todas as fases dos Engenheiros, eles tocarão na íntegra os álbuns  "A Revolta dos Dândis" no sábado e "Várias Variáveis" no domingo.

Programa imperdível para quem curte os Engenheiros do Hawaii.

O site enghaw.com.br publicou uma matéria super caprichada sobre o evento. Para acessar clique no link: http://enghaw.com.br/vc-enghaw/banda-varias-variaveis-e-robert-moura/

Endereço: Rua Espírito Santo, 348, Centro BH. (Caminhada de 3 minutos | 220 metros | ao Cine Theatro Brasil Vallourec)
Data: 19 (sábado) e 20/12 (domingo)
Horário: 19/12 - sábado (16h às 20h) - 20/12 - domingo (14h às 18h)
Ingressos: https://www.sympla.com.br/varias-variaveis--robert-moura__50825

Em tempo: A banda Várias Variáveis também se apresenta na capital mineira na sexta-feira dia 18/12 na Casa Cultural Matriz (R. Guajajaras, 1353 - fone: 031 3212-6122) a partir das 22h.
 

domingo, novembro 30, 2014

Noturno da Rua da Lapa – Recital de Violão: Felipe Anunciação e Robert Moura





Como parte do curso de Música – Bacharelado em Instrumento (Violão) da Escola de Música da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), no dia 9 de dezembro, realizarei um recital de violão clássico. A apresentação será em parceria com meu amigo, Felipe Anunciação. Tocaremos peças solos e faremos um duo no final do espetáculo. O repertório é todo composto por obras de compositores brasileiros: Heitor Villa-Lobos, Guerra-Peixe, Radamés Gnattalli, Dilermando Reis, Ernesto Nazareth, Garoto, Baden Powell e Egberto Gismonti.

Embora não esteja diretamente ligado à música, o título do recital, Noturno da Rua da Lapa, foi inspirado no poema homônimo de Manuel Bandeira. Ele tem a intenção de ressaltar o Brasil, e mais especificamente, o Rio de Janeiro, tendo o bairro da Lapa como palco, e a influência do choro, em especial, nas obras que serão apresentadas no programa.


NOTURNO DA RUA DA LAPA

Manuel Bandeira

A janela estava aberta. Para o que não sei, mas o que entrava
era o vento dos lupanares, de mistura com o eco que se partia
nas curvas cicloidais, e fragmentos do hino da bandeira.

        Não posso atinar no que eu fazia: se meditava, se morria
de espanto ou se vinha de muito longe.

       Nesse momento (oh! por que precisamente nesse mo-
mento?...) é que penetrou no quarto o bicho que voava, o ar-
ticulado implacável, implacável!

      Compreendi desde logo não haver possibilidade alguma
de evasão. Nascer de novo também não adiantava. - A
bomba de flit! pensei comigo, é um inseto!

      Quando o jacto fumigatório partiu, nada mudou em
mim; os sinos da redenção continuaram em silêncio; nenhu-
ma porta se abriu nem fechou. Mas o monstruoso animal
FICOU MAIOR. Senti que ele não morreria nunca mais, nem
sairia, conquanto não houvesse no aposento nenhum busto
de Palas, nem na minhalma, o que é pior, a recordação per-
sistente de alguma extinta Lenora.

Libertinagem, 1930

Todos convidados!


Noturno da Rua da Lapa – Recital de Violão Clássico com Felipe Anunciação e Robert Moura

Local: Auditório Fernando Coelho - Escola de Música da UEMG - Rua Riachuelo, 1351, Padre Eustáquio. BH/MG
Data: 09/12   
Horário: 20h
Entrada Franca 


Ainda: amanhã às 9h16 participarei de uma audição de música antiga interpretando obras de Sylvius Leopold Weiss e John Dowland também na Escola de Música da UEMG.






domingo, outubro 12, 2014

Flávio "Santos" Show



No próximo domingo, dia 19/10, vou tocar no evento intitulado Flávio "Santos" Show. O show que ocorrerá na Casa Cultural Matriz será em benefício do amigo Flávio Elias Soares, locutor e ex-segurança da casa. Há cerca de dois meses, Flávio foi vítima do despreparo de dois guardas municipais em Belo Horizonte, numa agressão que resultou na perda da visão do olho direito. Para agravar mais a situação, ele já tinha apenas 40% da visão do olho esquerdo. Toda a renda do evento será revertida para despesas médicas, entre outras, uma vez que ele ainda não pôde retornar ao trabalho.

A primeira vez que tive contato com o Flávio, ele estava trabalhando na portaria da Casa Cultural Matriz, onde eu tocava com certa frequência. Logo na entrada percebi a voz marcante de Flávio quando ele perguntou o meu nome para conferir na lista da produção. Batendo um papo com ele mais tarde, ele começou a imitar personalidades como o Sílvio Santos (que rendeu o apelido dos frequentadores, e explica o nome do evento) e Clodovil Hernandez. Num dos festivais que realizei na casa, aproveitei essa habilidade dele para fazer uma brincadeira com a plateia, enquanto eu estava no palco conversava ao microfone com ele como se estivesse falando ao celular. Escondido no camarim Flávio imitava a voz do "homem do Baú" e prometia que estaria no palco para entregar pessoalmente o troféu à banda vencedora do festival. Eleita a banda, Flávio subiu ao palco literalmente dando um show em sua interpretação do Senor Abravanel que levou a plateia às gargalhadas durante alguns minutos.

O show de domingo está sendo organizado de forma coletiva e contará com diversas bandas da cidade que conheceram Flávio durante o tempo que trabalhou na Matriz. Para essa ocasião especial, convidei meu amigo Rodrigo Braga para me acompanhar em algumas canções. No repertório pré-selecionado incluímos músicas de Hendrix, Dylan, Barão Vermelho, Nei Lisboa, Raul Seixas e Ramones

O evento contará ainda com as bandas: Marla, Evil Matchers, Lumière, Dead Pixels, Drunk Demons, Retoma e Martyrizer. Mas, o que vale mesmo nessa data é rever o amigo, Flávio e mobilizarmos as pessoas sobre o lamentável ocorrido, não deixando que o caso passe impune.


Links para que possam conhecer o caso da forma mais isenta possível:  

http://noticias.r7.com/minas-gerais/guarda-municipal-abre-portaria-para-investigar-agressao-contra-locutor-26082014

http://www.otempo.com.br/cidades/vendedor-denuncia-guardas-municipais-por-agress%C3%A3o-em-bh-1.905003

https://www.youtube.com/watch?v=IWE0G_rL9DU

E aqui um vídeo de quatro anos atrás de um programa TV Alterosa de Minas Gerais mostrando o trabalho de Flávio:

https://www.youtube.com/watch?v=9pmoAuiMs-U


Vídeo do Flávio convidando para o show:

https://www.facebook.com/video.php?v=371838196305832&set=vb.185603164929337&type=2&theater



Local: Casa Cultural Matriz – http://matrizbh.com.br/
Endereço:
Rua Guajajaras, 1353 - Terminal JK 
Data: 19/10
Horário: 14h
Ingresso: R$12,00
Info:
31 3212.6122


domingo, agosto 31, 2014

O maior músico do mundo (ou “uma das muitas histórias que acontecem comigo”)




Pego o ônibus para voltar pra casa depois de um dia de aula e trabalho. Entro carregando meu violão. Dentro do veículo, apenas um passageiro.  Um senhor de 65 anos (como ele veio a me dizer mais tarde), trajando uma inusitada camiseta do Boston Celtics, e razoavelmente embriagado. Ele vê o estojo do instrumento e pergunta se é um violão, como se tivesse alguma dúvida, apenas para puxar papo. Digo que sim, e ele responde que toca um pouco, sabe acompanhar algumas músicas e fazendo os acordes no ar começar a cantar uma inesperada “Parei...Olhei” , lançada pelo Roberto Carlos no longínquo ano de 1965 ao que eu respondo completando a letra e dizendo que ele foi “fundo”. Ele emenda com “O Calhambeque”, para depois começar a cantar a música “Ninguém Poderá Julgar-me Nem Mesmo Tu”, sucesso do cantor Jerry Adriani, que segundo ele, veio da Itália para o Brasil quando tinha 17 anos, e inclusive tinham a mesma idade. Eu digo que o Jerry é brasileiro mesmo, e que a confusão se dá por ele ser descendente de italianos e ter gravado o primeiro disco nesse idioma. Ele não me ouviu e reafirmou que o Jerry era italiano. Resolvi concordar.

Ele explicou então que tocava violão, mas só fazia acompanhamento porque solar é difícil e ele não estudou. Disse que tocava só de ouvido, mas que eu deveria estudar porque quem estuda toca melhor que ele. Para exemplificar, ele citou a música “O Milionário”, gravada pelo conjunto Os Incríveis, a qual ele sabe tocar o acompanhamento, mas não o solo. Nem cogitei tentar argumentar que não necessariamente um solo é mais difícil de tocar do que determinados acompanhamentos. Acho que por algum motivo durante o papo ele concluiu que eu ainda estava começando a estudar violão, tentei explicar que eu já tocava há algum tempo, mas novamente ele não entendeu. Como não faria diferença, mais uma vez o deixei acreditar no que ele tinha entendido mesmo (até porque eu sei lá se realmente toco violão).  Coincidentemente, nos levantamos para descer no mesmo ponto. Ele me perguntou se aquela era a Avenida Augusto de Lima, e eu confirmei que era sim. Agradecendo-me, ele se despediu, mas não sem antes dizer em tom profético: não desanime não, você vai ser o maior músico do mundo!

Então ‘tá!



Pintura: Vieux Guitariste Aveugle – Pablo Picasso

domingo, julho 06, 2014

Um encontro com a cantora Josephine Baker e o maestro Souza Lima




O único tipo de loja da qual eu gosto são os sebos de livros e discos. Não tenho paciência para ir em nenhum outro tipo de loja por mais que possa gostar ou precisar do produto que ela venda. Há alguns anos atrás, andando numa rua do centro de Belo Horizonte, deparei-me com um sebo que de tão pequeno mal cabiam os livros e o vendedor lá dentro. Ainda assim, consegui entrar, e como de hábito, procurei primeiro por livros sobre música, como sempre se tem poucos, confiro-os primeiro, para depois procurar outros temas. Um livro chamou minha atenção: A Cleópatra do Jazz de Phyllis Rose (Ed. Rocco), uma biografia sobre a cantora Josephine Baker. Já tinha visto ou ouvido algo sobre ela, mas não conhecia quase nada sobre sua carreira. A capa exibia uma foto de corpo inteiro da artista nua, porém, com suas “vergonhas” escondidas por um tecido que descia de suas mãos na altura dos seios até os pés. Dei uma folheada, pareceu-me interessante e resolvi levá-lo. Acabei gostando do livro e ainda mais da cantora. Josephine teve uma história fantástica, saiu de uma infância miserável em Saint Louis nos EUA para brilhar nos palcos do mundo a partir de um sucesso arrebatador na cidade na Paris dos anos 1920, que já era um grande centro cultural e intelectual com a presença de grandes escritores; e o sucesso das bandas de jazz, do teatro e da ópera. Josephine aparecia em cena com os seios à mostra e vestida apenas de um pequeno saiote, se tornou sua marca registrada, um em especial com arranjos que imitavam bananas. Ela ficou milionária e adotou doze órfãos das mais variadas etnias que ela chamou de Tribo Arco-Íris, a intenção da artista negra era promover uma convivência harmônica entre as “raças”, fruto do trauma de quem viveu nos Estados Unidos da América do início do século passado. Além de brigar pelos direitos civis negros em seu país, ela trabalhou como agente da Resistência Francesa durante a Segunda Guerra Mundial. Seu funeral em Paris, cidade que adotou como lar, reuniu uma verdadeira multidão em 1975 em frente à Igreja de La Madeleine.

Tempos depois, a caminho do trabalho, avistei outro sebo que também não conhecia, assim como o primeiro, e da mesma forma resolvi entrar. Seguindo o ritual, fui direto aos livros sobre música, a oferta também era a de sempre, poucas edições sobre o tema, mas entre eles achei a autobiografia do maestro brasileiro, nascido em São Paulo, Souza Lima com o título de Moto Perpétuo, a visão poética da vida através da música (Ed. Ibrasa). Além de regente, Souza Lima era também pianista e compositor, até então só o conhecia por nome, mas resolvi levar o exemplar, uma edição bem simples, com um texto mais simples ainda, de uma pureza quase ingênua. Souza Lima que escreveu o livro aos 84 anos, pouco antes de sua morte, se pareceu com vários senhores de mais idade com os quais eu gosto muito de conversar, sejam conhecidos ou aqueles simpáticos senhores e senhoras que dão bom dia no ponto de ônibus e comentam sobre o tempo ou alguma outra trivialidade para puxar assunto. Ele se apresentou como pianista ao lado de Villa-Lobos e da pianista francesa Marguerite Long que também foi sua professora. Foi titular da Orquestra Municipal de São Paulo durante 32 anos, e  entre outras orquestras, também regeu a Sinfônica Brasileira em ocasiões especiais, teve sob sua batuta, entre tantos nomes, solistas como o violonista Andrés Segóvia, a cantora Maria Lúcia Godoy, os pianistas Arthur Moreira Lima e Magda Tagliaferro. Para a minha surpresa, as histórias de Souza Lima e Josephine Baker se encontram num certo ponto do livro quando descobri que o regente também viveu em Paris na mesma época em que a cantora, e embora atuando em áreas diferentes (pero no mucho), ele na música erudita, e ela como cantora e dançarina de jazz e vaudeville. Ela aparece numa lista no final do livro entre os solistas que se apresentaram sob a regência de Souza Lima. O livro, no entanto, não revela detalhes desse encontro, mas eu posso dizer que os encontrei em esquinas diferentes de Belo Horizonte.

quinta-feira, dezembro 12, 2013

Ana Rennó e Robert Moura + convidados - Bachianérrima, A Festa - 14/12 (sábado)



Essa semana tem novo show meu com a cantora Ana Rennó com quem venho desenvolvendo um trabalho baseado na música brasileira, dessa vez teremos a participação de dois convidados, Francisco Falabella no contrabaixo e Carlos Souza na percussão. Vamos priorizar exclusivamente a parte do nosso repertório dedicada ao samba, incluindo canções de Cartola, Noel Rosa, Ataulfo Alves, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Benito di Paula, Adoniran Barbosa, Monarco, Geraldo Pereira, Caetano Veloso, Chico Buarque, entre outros. 

O show ocorre em função da festa Bachianérrima, promovida pelo Diretório Acadêmico da Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais e que além do nosso show vai receber as bandas: Afuzel (Rock Brasil anos '70), Glitter Stripper (Hard Rock), Cláudia Manzo (música latino-americana) e Tempero Son Cubano (música latina).

A festa começa às 19h, e será no Espaço das Brigadas Populares, avenida Francisco Sales,
(próximo ao viaduto do Extra) no bairro Floresta.

Está feito o convite
!

Local: Brigadas Populares
Endereço: Av. Francisco Sales, 531, Floresta
Data: 14/12
Horário: 19h
Convite: Antecipado: R$15,00 aluno da UEMG e R$20,00 não aluno.
                Na hora:      R$20,00  aluno da UEMG e R$25,00 não aluno.

Info:  9653-0105 /8546-4608/ 9612-8990/9399-5701/9822-1901

sábado, novembro 30, 2013

Ana Rennó e Robert Moura - Escapada Chopp Bar, 30/11 (sábado)



Aos seguidores belo-horizontinos do blog e quem mais estiver na cidade, hoje tem show meu com a cantora Ana Rennó tocando música brasileira no Escapada Chopp Bar. Para quem não conhece, o ambiente do bar é muito bacana, espaço ideal para curtir uma noite de sábado nesse verão intenso que toma conta da cidade. (Facebook: https://www.facebook.com/pages/Escapada-Chopp-Bar/276458115752494)

Todos convidados pro show e pro chopp! Até lá!

Local: Escapada Chopp Bar - 
Endereço: Av. Olegário Maciel, 1348 - Santo Agostinho - Fone: 3243 1348
Data: 30/11
Horário: 20:30h
Couvert: R$10,00 
Info: 3464 8874/8546 4608

segunda-feira, setembro 30, 2013

Show: André Guimarães e Robert Moura






O que era para ser um show único, acabou rendendo frutos e vou fazer outra apresentação com meu amigo André Guimarães. Depois de uma noite muito especial no Teatro da Maçonaria, iremos tocar nessa próxima sexta-feira, dia 4 de outubro no bar O Pulo do Gato

A ideia do show se mantém com a gente alternando entre vocais, violões, guitarra e viola; executando canções do rock inglês e americano e ainda algumas canções em inglês de compositores brasileiros. (Para entender melhor: http://rockngeral.blogspot.com.br/2013/06/544x376-normal-0-21-false-false-false.html)

Alteramos um pouco o repertório para essa apresentação, mas, para não estragar as surpresas e ao mesmo tempo dar uma noção do que rolou no show anterior e algumas que vamos tocar nesse, segue aí o repertório do show no Teatro da Maçonaria em 14 de junho:

1. Dance Tonight (Paul McCartney) – PAUL McCARTNEY
2. Boys Don’t Cry (Robert Smith) – THE CURE
3. Ruby Tuesday (Mick Jagger/Keith Richards) – ROLLING STONES
4. It´s All Over Now, Baby Blue (Bob Dylan) – THE BIRDS
5. All Things Must Pass (George Harrison)  GEORGE HARRISON
6. Day After Day (Pete Ham)  BADFINGER
7. Nowhere Man (John Lennon/Paul McCartney) – THE BEATLES
8. Photograph (George Harrison/Richard Starkey) – RINGO STARR
9. Sail Away (Billy Falcon) – ROBERTO CARLOS
10. Lithium (Kurt Cobain) – NIRVANA
11. Layla (Eric Clapton/ Jim Gordon) – ERIC CLAPTON
12. How Could I Know (Raul Seixas) – RAUL SEIXAS
13. Medley Elvis – Tutti Frutti(L. Richards)/Long Tall Sally (L. Richards)/Hound Dog(J. Leiber/M. Stoller)/Blue Suede Shoes(C. Perkins) – ROBERTO E ERASMO CARLOS
14. In A Spite Of The Danger (George Harrison/Paul McCartney) – THE BEATLES
15. I Wanna Be Your Boyfriend (Tommy Ramone) – RAMONES
16. Blackbird (John Lennon/Paul McCartney) – THE BEATLES
17. Woman (John Lennon) – JOHN LENNON
18. For No One (John Lennon/Paul McCartney) – THE BEATLES
19. Tears In Heaven (Eric Clapton/Will Jennings) – ERIC  CLAPTON
20. Suspicious Mind (Mark James) – ELVIS PRESLEY
21. Basket Case( Billie Joe Armstrong) – GREEN DAY
22. The Promise (Humberto Gessinger/Paolo Casarin) – ENGENHEIROS DO HAWAII
23. All Along The Watchtower (Bob Dylan) – JIMI HENDRIX
24. Confortably Numb (David Gilmour/Roger Waters) – PINK FLOYD
25. You Got It (Roy Orbison/Tom Petty/Jeff Lynne) – ROY ORBISON
26. Yesterday (John Lennon/Paul McCartney) – THE BEATLES

Obs.: autores entre parênteses e em destaque o artista que lançou ou que usamos de referência, sendo que em algumas canções seguimos mais o arranjo original e outras modificamos completamente, até mesmo em função do formato em duo no qual tocamos.

Local: Bar O Pulo do Gato
Endereço: Rua Outono, 543, Cruzeiro.
Data: 04/10
Horário: 20h
Reservas: 3653 8947
Info: (31) 3464 8874/8546 4608

quinta-feira, julho 25, 2013

Ana Rennó & Robert Moura - Restaurante Maria das Tranças, 25/07 (quinta-feira)





Estreando mais um trabalho essa semana, dessa vez, um duo com a cantora Ana Rennó com o qual pretendemos tocar pela noite belo-horizontina tendo como base do repertório a música popular brasileira.  

Nessa primeira empreitada, estaremos nos apresentando no Restaurante Maria das Tranças, hoje (25/07) às 21h. 

Em todo esse tempo que tenho o blog, poucas vezes divulguei meus shows aqui, o que pretendo fazer com mais frequência daqui por diante, seja com postagens ou mantendo uma agenda à direita da página abaixo do meu perfil.

Então é isso, acredito que esse ano, estarei um pouco mais nos palcos do que de costume, é algo do qual ando precisando.

Detalhes do show:

Local: Restaurante Maria das Tranças – www.mariadastrancas.com.br
Endereço: Rua Professor Morais 158, Savassi (31) 3261-4802 
Data: 25/07
Horário: 21h
Couvert: R$15,00/antecipado: R$10,00 Info: 3464 8874/8546 4608